Com a Colômbia com Uribe e com o Peru com Alan Garcia -Chávez passa a ter dois arqui-inimigos em seu costado. Com a conhecida posição do Chile, e a impossibilidade estrutural de se repetir esta graça na Argentina, no Uruguai e no Brasil, resta apenas esperar a eleição de outubro no Equador. Se vencer um candidato não chavista, o ano de 2006 terá sido um velório para as pretensões expansionistas de Chavez e seus petrodólares.